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Gripe Canina

junho 23, 2010

 

                         É uma doença respiratória de cães, caracterizada por uma tosse seca, paroxística e persistente , dando a impressão de que o animal está engasgado e que tenta vomitar. Essa tosse pode durar até 4 semanas se o animal não receber o tratamento adequado.

É uma doença altamente contagiosa e a transmissão ocorre por aerossóis, ou seja, gotas eliminadas na tosse e espirro de animais contaminados. Assim animais sadios em contato com animais doentes podem desenvolver a doença.

A melhor maneira de prevenir a gripe é através das vacinas. Atualmente, existem vacinas vivas-atenuadas para aplicação intranasal e vacinas inativadas para uso injetável.

Outros cuidados  como evitar passeios em horários ou dias muito frios, deixar seu animalzinho longe das correntes de ar , usar roupinhas e providenciar uma casinha ou abrigo são muito importantes para se evitar a gripe canina!

Não deixe a gripe “pegar” seu melhor amigo…vacine!

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Medicina de Serpentes

junho 17, 2010

 

  As serpentes pertencem a um grupo animal com a qual a grande maioria das pessoas não está habituada e isso dificulta a empatia. São animais muitas vezes que causam medo e aversão nas pessoas!

Características Gerais:  São animais ectotérmicos (poderão apresentar variações de temperatura, conforme a temperatura ambiente), apresentam respiração pulmonar(não tem diafragma por isso a troca gasosa é menor que a dos mamíferos) e possuem poucas glândulas. A ausência da enzima proteolítica lisozima determina a formação de um exsudado caseoso e abscessos que dificilmente fistulam.

O principal objetivo da medicina aplicada dos répteis é a medicina preventiva! Os cuidados com o Manejo são muito importantes pois cerca de 75 % dos óbitos em répteis são causados por erros de manejo, tais como:

– Erro no ajuste de temperatura

– Excesso de umidade

– Estresse

– Poluição no recinto: água, calor e umidade

– Trauma: tentativas de fugas, contenções inadequadas e hematomas)

Alimentação: Os alimentos das serpentes são roedores, pequenos répteis, anfíbios, lagartixas, outras serpentes, mamíferos. A alimentação vai depender da espécie e seu habitat .

Aquecimento:O sistema imune depende da temperatura. Colocar um aquecedor no recinto e um termômetro de máxima e mínima para registrar as temperaturas.Lâmpadas incandescentes, infravermelha, luz branca ou até aquecedor de aquário podem ser usadas. Mas muito cuidados pois se as serpentes encostarem na lâmpadas podem sofrer graves queimaduras.  A temperatura deve ter uma variação ao longo do dia, pois senão os animais podem apresentar anorexia, perda de peso e danos na espermatogênese. A temperatura ótima é entre 25 e 27 ºC. A cada 10 ºC as reações aumentam em 3x e a cada 1ºC a taxa metabólica aumenta 20 vezes. Os raios UV são interessantes para serpentes por ocasião das provitaminas D para bom desenvolvimento ósseo e prevenção de doenças osteometabólicas.

Doenças mais comuns:

Problemas nutricionais: problemas com temperatura e enzimas digestivas 

– Estomatites: trata-se de uma afecção comum em serpentes. Ocorre com a parada alimentar e discreto aumento de salivação. Geralmente é antecedido por traumatismo. O perigo está na propagação das lesões para esôfago e intestinos levando á septicemia.

– Parasitoses: Endo: coccidioses e helmintoses e Ecto: piolhos comuns em serpentes de cativeiro e carrapatos comuns em silvestres.

– Conjuntivites: Pode ser confundida com a situação fisiológica da muda, mas precisa ser tratada para não causar problemas de bloqueio no ducto lacrimal.

– Problemas da muda: Decorre principalmente de erros na temperatura e umidade. A muda ocorre periodicamente, a capa se esfolia e a troca é total. Cerca de 1 semana antes os olhos ficam opacos. Neste período dificilmente a serpente se alimenta.

– Dermatite úmida: Muito comum e tem tratamento fácil.